Paróquia São João Batista em Curitiba

 

 

 

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B r e v e    h i s t ó r i c o

 

No dia 5 de outubro de 1958 foi inaugurada a capela de S. João Batista em Curitiba. A comunidade dos fiéis pertencentes a essa capela era servida pelos padres passionistas. A partir do dia 27 de novembro de 1959, a assistência religiosa a essa comunidade foi assumida pelos padres da paróquia de Santa Cândida.

Devido ao crescimento da população residente no bairro de Vila Tingüi, no dia 1 de novembro de 1965 o arcebispo metropolitano de Curitiba – D. Manuel da Silveira D’Elboux – fundou na capela de S. João Batista uma nova paróquia. A nova comunidade paroquial foi confiada à Sociedade de Cristo. O primeiro pároco foi o pe. Estanislau Pagacz SChr.

 

No dia 10 de dezembro de 1965 realiza-se a primeira reunião da comissão encarregada da construção da nova igreja paroquial. No dia 10 de maio de 1970, durante uma missa solene, o bispo D. Pedro Fedalto realizou a bênção do novo santuário. Participaram dessa solenidade: o pe. Estanislau Pagacz SChr – pároco local, o provincial da Sociedade de Cristo – pe. Paulo Piotrowski e o pe. José Wojda – pároco de Carlos Gomes, Rio Grande do Sul.

 

No dia 25 de fevereiro de 1973, de uma parte do território da paróquia de S. João Batista foi criada uma nova paróquia, sob o patronato de S. Pedro e S. Paulo. Também essa paróquia foi confiada à Sociedade de Cristo, e o primeiro pároco foi o pe. Estanislau Jamróg SChr.

 

No dia 24 de junho de 1975 foi iniciada a construção do salão paroquial, com uma área de mais de 700 metros quadrados. No dia 15 de janeiro de 1977 o salão foi entregue ao uso dos fiéis.

 

No dia 24 de abril de 1983 realizou-se a solenidade da inauguração da igreja filial de Nossa Senhora de Monte Claro. A bênção da nova igreja foi realizada pelo bispo D. Albano Cavallin. Atualmente essa igreja pertence à paróquia de Nossa Senhora de Nazaré.

 

No período do ministério dos padres da Sociedade de Cristo foram construídos: 1 igreja paroquial, 1 casa paroquial, 1 centro pastoral, 1 salão junto à igreja paroquial, 2 igrejas filiais (que atualmente pertencem à paróquia de Nossa Senhora de Nazaré criada da parte da nossa paróquia aos 14 de janeiro de 1996).

 

A paróquia de S. João Batista conta cerca de 20 mil fiéis, dentre os quais cerca de 2 mil são de descendência polonesa.

 

Padres da Sociedade de Cristo

que trabalharam na paróquia como párocos:

Pe. Estanislau Pagacz SChr (1965-1977)

Pe. João Nowinski SChr (1977-1987)

Pe. André Wegrzyn SChr (1987)

Pe. Estanislau Szczypek SChr (1987-2004)

Pe. Zdzislaw Malczewski SChr (2004 - )

                                                                         

Vigário paroquial:

Pe. Benedykt Grzymkowski SChr (2006 - )

 

 

                   

                           

Nossa igreja                                                

                                                                               

 

Setores pastorais:

Catequese, Liturgia (grupos litúrgicos, ministros extraordinários da Eucaristia, coroinhas), Conselho Pastoral Paroquial, Conselho de Assuntos Econômicos e Administrativos Paroquiais, Movimento Familiar Filhos de Nossa Senhora de Guadalupe, Movimento de Irmãos, Movimento de Nossa Senhora de Schenschtatt, Grupo de Oração da RCC, Capelinhas de Nossa Senhora, Apostolado da Oração, Legião de Maria, Pastoral da juventude (Meninas e Meninos), Promoção Humana.

 

 

 

                                                                      Confira

(mais informações):

                                                                                              Zdzisław Malczewski TChr,

                                                                                             W służbie Kościoła i Polonii. Towarzystwo Chrystusowe:

                                                                                             Funkcje społeczne i duszpasterskie w środowisku polonijnym

                                                                                             w Ameryce Łacińskiej,

                                                                                             Warszawa 1998, s. 106, 108-110.